Se
nos encontramos
e
nos encaixamos tão perfeitamente,
como
eu pude esquecer dos pequenos detalhes
que
formavam quem nós costumávamos ser?
Como
pude esquecer
do
som do teu violão?
Da
tua mão forte e delicada
mapeando
meu corpo
como
uma trilha em direção ao prazer?
Não.
Me
recuso a apagar
o
que me manteve viva,
o
que me fez arder de alegria
o
que eu fui ontem
e
sou na consequência do hoje.
Me
recuso
a
apagar as escassas lembranças
que
sobraram de ti,
de
nós,
em
mim.
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